terça-feira, 25 de setembro de 2012

Jam huay "Os tigres que atravessam os lagos" Tailândia,


Olha só que legal este jogo: ideal para ambientes abertos e envolve corpo, movimento, noção de espaço, tempo, comprimento, altura, pode ser jogado por 2 até 10 jogadores.

COMO JOGAR :
1) Escolhe-se 1 dos jogadores para ser o LAGO, e os demais serão os tigres.


2) O jogador que é o lago senta-se no chão e coloca-se na 1ª posição= lago profundo( ver desenho abaixo). Os outros jogadores saltam por cima dele.


3) Se um tigre toca no lago quando salta, diz-se que ele foi morto- e será o próximo lago. Neste caso o jogo recomeça. São 5 posições ( 5 "lagos") que a criança que é o "lago" realiza e a cada mudança nova exigência surge muitas vezes são pequenos detalhes.






4) O jogo termina quando todos os tigres tiverem saltado corretamente por cima dos 5 lagos.


Fonte: Jogos de Todo o Mundo - Oriol Ripoll e Rosa María Curto - Ed. Ciranda Cultural



FORMIGAS TRABALHADORAS

Este é um jogo muito legal que envolve uma série de conceitos e ações e que pode se estender para uma conversa- reflexão- aplicação bem interessante, encontrei pesquisando na net.


Nº de Jogadores: de 2 a 20

Material: 20 objetos bem diversificados e 2 cestas ou caixas de papelão

Como jogar:
1- Se forem mais de 2 jogadores , divida-os em 2 equipes. Distribua os objetos entre as 2 equipes.
2- Cada equipe deve deixar o seu cesto/caixa no chão e colocar os objetos enfileirados - de modo que fiquem pelo menos 2 passos de distância entre si.
3- Depois de determinar a ordem da partida dos membros de cada equipe (seqüência em que vão jogar), alguém poderá dar o sinal para o início do jogo.
4- Cada jogador (de cada equipe) na sua vez deverá buscar rapidamente 1 objeto da sua fileira e levá-lo até a duas cesta/caixa. Apenas 1 jogador de cada equipe por vez. O jogador seguinte deverá esperar o companheiro deixar o objeto dentro do cesto/caixa para então começar o seu percurso.
5- O objetivo é recolher todos os objetos dentro da cesta ou caixa: Podemos considerar que a equipe que conseguiu recolher todos os objetos 1º será a vencedora,

 VARIAÇÕES:
- usar objetos BEM DIVERSIFICADOS em termos de cores, tamanhos, texturas, pesos, temas (frutas, animais, formas geométricas, transportes) etc. diferentes - isto irá enriquecer a experiência tátil, sinestésica, da turminha.
-estabelecer modos variados de andar/correr até a cesta/caixa: na ponta dos pés, nos calcanhares,num pé só, indo com 1 dos pés e voltando com o outro, batendo palmas,
-colocar mais cestas/caixas e solicitar que a criançada separe de uma forma específica: na caixa verde o que é de plástico, na redonda o que é maior que a mão da gente, na caixa grande. Etc.

IMPORTANTE:
Depois converse com as crianças sobre o jogo e peça-lhes sugestões para uma próxima jogada.


Faça os registros do que aconteceu, faça estatísticas (gráficos) sobre as jogadas.

Plano de aula: Escrita coletiva na EJA



Aula 01

Objetivos
- Ampliar o repertório literário.
- Trocar opiniões sobre a leitura.
- Acionar estratégias que permitam descobrir o que está escrito e onde.

Conteúdos
- Leitura de texto poético.
- Sistema de escrita.

Anos 
1º e 2º.

Tempo estimado 
Dez aulas.

Material necessário
Cartões, lápis e cópias da poesia Das Pedras, de Cora Coralina, publicado em Meu Livro de Cordel.
Desenvolvimento 

1ª etapa 
Apresente a autora Cora Coralina aos alunos. Conte a eles que ela teve uma vida marcada por dificuldades comuns a muitas mulheres: viveu presa aos afazeres domésticos e com pouco dinheiro. Casou-se com alguém que não gostava que ela se ocupasse com atividades que lhe dessem evidência. Relate que Cora sempre gostou de escrever, mas só muito tarde foi estimulada a publicar suas produções. 

2ª etapa 
Transcreva o poema Das Pedras no quadro e leia em voz alta para a turma, apontando cada palavra e verso. Repita a leitura mais de uma vez, usando a mesma estratégia para que todos possam entrar em contato com o texto. No fim, pergunte o que mais chamou atenção e que ideias estão presentes no material. Faça uma lista com as palavras relacionadas ao que for dito pelos estudantes e convide-os a escrever nos cartões a palavra que resume a principal ideia ou sentimento do texto. Exponha-as no mural da sala. 

3ª etapa 
Repita a leitura e convide o grupo a pensar se o que foi colocado na lista é pertinente ou não e se é necessário acrescentar outras palavras. 

4ª etapa 
Divida os alunos em duplas e distribua uma cópia do texto para cada uma delas. A tarefa é encontrar e grifar as palavras que já se sabe ler, inclusive o termo pedra, que aparece muitas vezes. Peça que eles expliquem como fizeram para encontrá-lo. 

5ª etapa 
Leia este verso em voz alta: "Ajuntei todas as pedras que vieram sobre mim" e pergunte à turma a que pedras Cora Coralina pode estar se referindo. Anote as respostas em uma lista e amplie a discussão para formar outra, com respostas a questões como: quais as pedras que costumam cair sobre os velhos? E sobre os brasileiros? 

6ª etapa 
Sugira que os alunos escrevam a palavra pedra e a associem à sua experiência de vida. No caso de alunos que ainda não escrevem, aja como um escriba. Lembre-os de que associar uma palavra a seus significados é uma descoberta importante para quem está aprendendo a língua escrita. 

Avaliação 
Releia o poema e pergunte ao grupo o que mudou na compreensão do texto depois das atividades. Analise a coerência entre as respostas e as perguntas que foram feitas durante todo o trabalho e as mudanças efetivas entre a leitura inicial e a final.


Aula 02

Objetivos:
Construção de texto coletivo, utilizando rótulos e recortes de revistas, abordando situações de seu cotidiano.

Conteúdo:
·Leitura e escrita de rótulos e recortes de revista.
·Construção de texto coletivo.

Estratégia:
1-Explicar a atividade para os alunos;
2-Distribuir um rótulo ou recorte de revista para cada um;
3-Solicitar que cada aluno leia ou diga aos demais o que tem em mãos;
4-Fixar um cartaz na lousa para realização da atividade;
5-O texto coletivo será iniciado por eles com a nossa colaboração;
6-Convidar os alunos para construir uma frase inserindo a figura que tem em mãos e dar seqüência ao texto;
7-Ler o texto em conjunto;
8-Apontar discordâncias ortográficas e sugerir alterações;
9-Explicar a estrutura de um texto.

Avaliação:
Verificar se houve uma construção do texto coletivo de forma lógica e coerente;


Alfabetização de adultos

Elaborado por Digiani Lemos e Verônica Rodrigues

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CONTEXTUALIZANDO A DIDÁTICA NA ATUALIDADE


INTRODUÇÃO
   
                            O crescimento e a convergência do potencial tecnológico dos últimos anos e a atual conjuntura social desencadeia um processo de educação como espaço de desenvolvimento de múltiplas dimensões, valoriza os processos criativos nas relações pessoais, sociais e ambientais, Carlos Libâneo trata essa complexidade do ensino-aprendizegem em seu texto “ O essencial da didáica e o trabalho de professor-em busca de novos caminhos”.
                          E é trilhando esse trajeto que o professor liga meios pedagógicos-didáticos à objetivos sócio políticos em uma justaposição, cerne da didática, a fim de embasar melhor  as informações trazidas por Libaneo e a realidade da educação ministrada nos Anos Inicias do Ensino Fundamental realizou-se uma pesquisa com 20 professoras, as entrevistas procuraram traçar o perfil e as concepções que fudamentalizam as práticas pedagógicas realizadas por elas em sala.
                            Assim, o texto que se segue: Contextualizando a Didática na Atualidade é fruto da análise da pesquisa realizada nos Anos iniciais e dos estudos realizados por Libâneo, os resultados estão condensados e partem da premissa Didática, Ensino e Aprendizagem, Como Ensinar?

  
Contextualizando a Didática na Atualidade

                           
                           Ao tratar sobre ensino-aprendizagem, reporta-se ao modo de como se dá esse processo educativo, baseados em Libâneo que fudamenta a disciplina da Didática em conjunto de objetivos, conteúdos, métodos e formas, bem como, esse fatores se relacionam para garantir a aprendizagem significativa, tem-se uma visão das finalidades educativas. Nesse sentido, a aprendizagem será sempre o foco do professor e a melhor maneira como alcançar este alvo será uma insaciável busca, deste modo a pesquisa realizada sob forma de entrevista com professores dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental apontou evidenciais  aspectos que Libâneo destaca quanto a didática e o método de trabalho.
                            Em seu texto Libâneo caracteriza professores tradicionais, progressitas e socio-construtivistas respaldado em indicativos de cada concepção educativa, sendo que as duas primeiras indagações visavam traçar o perfil de cada profissional entrevistado buscando as caracteristicas citadas pelo autor, assim foram elaboradas as seguintes perguntas: 1. Como você realiza seu trabalho em sala de aula? 2. Seu método de trabalho se aproxima mais do tradicional ou historico-critico? Na análise desta duas questões percebe-se que mais de 50% das professoras seguem uma postura tradicionalista de trabalhar com livros, apostilas dentro de uma abordagem rígida, aulas sempre iguais, onde se passa o conteúdo e cobra-se nas provas, na famosa repetição mecânica de memorizar e decorar fórmulas e definições, cerca de 20% se contradizem em descrever sua prática em sala e denominar seu método de trabalho, este percentual mostra o quanto professores ainda não conseguem respaldar sua prática em teorias que norteiam a Educação, Aprendizagem e Ensino. As que indicaram uma postura progressista com materiais diversificados, experiências e diálogo levando em consideração as individualidades ficaram na casa de 28%  e apenas 2% apresentaram indicativos socio-construtivistas tanto ao descreverem sua prática quanto ao método, marcando sua fala nos moldes da dimensão sócio (da atividade conjunta) e construtivista (ensino da autonomia de tarefas e pensamento), agregando sentido real no ato de aprender e atuar em sociedade em um eixo norteador de autonomia e independência aos sujeitos.
                           As indagações seguintes buscavam determinar a função da escola tanto no passado quanto na atualidade diante de tantas mudanças na teia organizacional da sociedade, o que Libâneo considera como local de mediação cultural que internaliza nos sujeitos os meios cognitivos de comprender, portanto, a fim de esboçar este panorama as perguntas formuladas foram: 3. Em sua opinião qual é a função da escola? 4.Você acha que as mudanças econômicas e culturais existentes na sociedade, modificaram o papel da escola? A súmula das respostas delineou a seguinte constatação: a função da escola no decorer dos anos permanece com suas mesmas bases contudo com configurações distintas, ou seja, a escola ainda permanece com a função de formar cidadãos intelectualmente competentes e críticos, conscientes de seus direitos e deveres que saibam se posicionar  e atuar em todos os segmentos sociais. Todavia, todo esse foco central tem peculiaridades funcionais que substancia o alvo, ou seja, as mudanças sociais embutidas nos avanços da tecnologia, ampliaram as funções da escola a fatores antes considerados de ordem familiar e de qualificação profissional, cujo viés do mercado de trabalho é a competitividade,os domínios tecnológicos e uma linguagem no mínimo bilíngue. Em presença de tais fatos, têm-se na contemporaniedade a necessidade de adequar as formas de aprendizagem com estímulos de capacidades investigativas e habilidades mentais.
                           Toda essa cultura de interação ativa entre realidade e sujeito na construção de conhecimento comporta ações de aprendizagem satisfatórias legitimada em comunidade, pois ao mesmo tempo que contém elementos subjetivo, apresentam subsídios comuns e compartilhados. A fim de pautar tais conceitos a quarta indagação buscou coletar informações dos impactos positivos e negativos estas mudanças na sala de aula e na aprendizagem dos alunos: 4. Essas mudanças trouxeram impactos positivos ou negativos na forma de realização do seu trabalho? A essa pergunta todas foram unanimes em concordar que impactos positivos e negativos ocorreram no percurso de modificação, os bons frutos foram as pesquisas voltada para a área educacional que possibilitou uma melhor compreensão de como de processa a aprendizagem e permitiu compartilhar e testar teorias que ajudam a ensinar, são exemplos os estudos indicados por Libâneo nas posições inatistas, mecanicistas e construtivistas com bases piagetiana, ciência cognitiva, a sócio-construtivista e a historico-cultural, esta última prioriza o polo social e cultural no desenvolvimento do psiquismo. Desta modo, a revolução tecnologica adentrou nas escolas como veículo didático, com acesso rápido, fácil e prático a informações em recursos audio-visuais, redes sociais, etc.  Apesar disso o aspecto negativo recai no preparo aos profissionais da educação na utilização de tais recursos em sala como aporte didático da aprendizagem, falta formação continuada aplicadas as lacunas especificas: esfera digital aplicada a aprendizagem, pois o uso inadequado de tais ferramentas tem criado a famosa geração do copia e cola, visto isso afrontar o objetivo fundamental do ato de ensinar.
                            Ao citar Castells, Libâneo exprime o volume crescente de dados acessiveis na sociedade e nas redes informacionais e da necessidade de educar a juventude em valores para a construção de personalidades flexíveis e éticas, já Morin ressalta a inteligencia global que discerne o contexto vivencial. Destarte, o pensamento didático hoje aliado as tendências epistemologicas, psicocognitivas e pedagógicas apoia a formação do indivíduo dentro de uma perspectiva de aprendizagem ativa, critica, autonoma, criativa de modo interdisciplinar de conceitos articulados com representações do real  na ativação de processos complexos de pensamento e metacognição.

      CONCLUSÃO

                            A realidade educacional brasileira, numa perspectiva de organicidade, se fundamenta em conteúdos formais, estagnados em grades curriculares, que buscam justificar-se pelas implicações das práticas intervencionais, percebe-se com este quadro que a rigidez presente nas práticas cotidianas de inumeros professores dos Anos Iniciais tem sua gênese em uma organização maior, herança de séculos de uma educação burocrática.  
                           Hoje no processo educacional, o professor não é mais o eixo da ação educativa como pensava-se a anos atrás, concebe-se na contemporaneidade o educando como ser ativo procedente das experiências vivenciadas em seus múltiplos aspectos de conhecimento, tornando-se assim o centro da prática pedagógica, ao professor  cabe o papel de mediar a cultura elaborada. Em suma a aprendizagem é uma atividade dinamica e criativa, um acontecimento eminente, interpessoal e social que ocorre na mobilização mental da subjetividade e da experiência sociocultural concreta como sugere Libâneo.


REFERÊNCIAS


Libâneo, José Carlos. O essencial da didáica e o trabalho de professor-em busca de novos caminhos. Goiania. Nov. 2001.


Silva, Karla Wanessa Henrique. Teoria Geral do conhecimento. Disponivel em: http://karlawanessa.blogspot.com.br/2009/05/teoria-geral-do-conhecimento.html
 Acesso em 14. Jun. de 2012. 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Vogal A