sábado, 29 de março de 2014

Você conhece a origem do nome das cores?




As cores fazem parte do nosso dia a dia, mas você já parou para se perguntar 
de onde vêm 
seus nomes e o que eles significam?

Você já se imaginou vivendo em um mundo sem cores? Justamente por 
estarem presentes em todos os elementos do nosso dia a dia, as cores
 foram ganhando importância ao longo do tempo. Mas nem sempre existiu 
uma variedade tão grande de tonalidades como a que conhecemos hoje. 
Ou pelo menos elas ainda não tinham sido batizadas.
É difícil imaginar, mas, há muito, muito tempo atrás, as línguas nem 
mesmo tinham nomes para todas as cores, sendo que algumas acabavam
sendo representadas por uma mesma palavra. O tempo passou e as
 sociedades se viram obrigadas a criar nomes para tantas nuances diferentes.
O mais curioso é que ao observar culturas isoladas, os especialistas 
notaram que, em geral, as cores recebiam seus nomes na mesma ordem.
 Eles chamaram esse fenômeno de “hierarquia do nome das cores”, sendo 
que a ordem mais comum era preto, branco, vermelho, verde, amarelo 
e azul. Outras nuances, como roxo, marrom e rosa, por exemplo, foram 
batizadas muito tempo depois.
Fonte da imagem: Shutterstock

UM POUCO DE HISTÓRIA

Antes da pluralidade de idiomas que temos hoje no mundo, o panorama
das línguas era bastante diferente. Os linguistas defendem a ideia de que
a maioria das línguas europeias e parte dos idiomas da Ásia tiveram um
 ancestral comum, que recebeu o nome de protoindo-europeu (PIE) e
 estima-se que era falado por volta de 5 mil anos a. C.
A partir dele, muitos outros idiomas tiveram origem, incluindo as
línguas românicasda qual o português faz parte ao lado do francês, 
espanhol, italiano e romeno. Já o inglês, que é atualmente um dos
 idiomas mais falados no mundo, vem da família das línguas germânicas
de onde também surgiu o alemão e o holandês.
As línguas românicas, também conhecidas como línguas latinas,
se originaram da evolução do latim, especialmente do latim vulgar 
que era falado pelas classes mais populares. Isso explica o fato 
da origem de muitas palavras do português estar no latim, mas 
também não podemos deixar de levar em consideração a influência de
outros idiomas, como o árabe, o alemão, o francês, o inglês, o italiano e
algumas línguas africanas, por exemplo.
Abaixo você confere a história dos nomes das cores, de acordo com Mário
 Eduardo Viaro, professor de Língua Portuguesa da Universidade de São Paulo,
em matéria publicada no site MundoCor e algumas definições dos nomes das
cores em inglês segundo o pessoal do Gizmodo.
(Vale notar que não existem evidências diretas do PIE porque não há registros
 escritos. Sendo assim, as palavras que conhecemos são reconstituições feitas 
a partir de outras línguas e por isso elas são sinalizadas com um asterisco.)

PRETO

Fonte da imagem: Shutterstock
Em latim, a palavra que designava a cor preta tinha uma noção de algo
denso, espesso e, por consequência, apertado. A partir daí fica mais fácil
entender a origem do nome, que está no latim appectoráre, que significava
 “comprimir contra o peito”. Com o tempo, a palavra se transformou em 
apretar e depois ganhou a forma atual.
A palavra negro, que também designa a cor escura, tem sua origem
no latim nigrum, sendo que em outras línguas latinas
ela ganhou formas bastante semelhantes:negro (espanhol), nero
 (italiano), noir (francês) negru (romeno).
Já em inglês, a palavra black remete à escuridão, assim como significa
“queimar”. Sua origem está em *blakkaz (do proto-germânico), que
 evoluiu para blaec (no inglês antigo) e chegou à forma que conhecemos hoje.

BRANCO

Fonte da imagem: Shutterstock
Em latim, o oposto da cor mais densa era albus e é justamente daí que
 temos palavras eruditas como alvo e albino, que remetem à cor branca.
Já a própria palavra branco tem origem germânica e significava originalmente 
algo reluzente, brilhante ou polido. Isso nos permite entender melhor o sentido 
da expressão “armas brancas”.
É interessante notar que a forma latina original só se manteve em romeno (alb),
sendo que as demais línguas latinas também aproveitaram a
versão germânica e formaram blanco (espanhol), blanc (francês) e bianco (italiano).
Em inglês, acredita-se que a palavra que representava a cor branca em PIE fosse
 *kwintos. Depois ela se transformou em *khwitz (proto-germânico), hvitr (nórdico antigo),
 hwit (saxão antigo) e wit (holandês). Mais algumas mudanças e a palavra virou white
 que é a forma que usamos hoje em dia.

VERMELHO

Fonte da imagem: Reprodução/Viagem Vegana
Você já ouviu falar que o pigmento vermelho é retirado de um inseto chamado
cochonilha? Pois é justamente nesse animal que está a origem do nome e da
 cor que conhecemos hoje. Coccum é o nome latino desse inseto que produz 
pigmentos em tons de vermelho. Por esse motivo, em latim, a cor escarlate 
ganhou o nome decoccinus, que chegou até o grego moderno como kókkinos.
Em português, nós perdermos o nome original do animal, mas ficamos com 
a ideia de um “pequeno verme”, que é de onde veio vermiculuma palavra que
 deu origem à nossa cor.
No proto-germânico, a palavra usada para designar objetos vermelhos era
*rauthaz que foi derivada em raudr (nórdico antigo), rod (saxão antigo) 
rØd(holandês), chegando até o red do inglês moderno.

VERDE

Fonte da imagem: Shutterstock
Curiosamente, mesmo sendo de famílias diferentes, a origem do nome da cor
 verde em inglês e português tem uma explicação bastante semelhante. Nos 
dois casos, a palavra que deu origem ao nome da cor significava crescer,
 verdejar. Em latim, o verbo é viridemque é de onde veio o nosso verde 
– além da mesma forma ter sido adotada em espanhol, romeno e italiano –,
 que se transformou em vert para os franceses.
Já em PIE, o verbo crescer era *ghre, que se tornou graenn (nórdico antigo)
egrown  (holandês). Em saxão antigo, a palavra grene indicava tanto a cor 
quanto coisas jovens e imaturas e foi daí que veio o green que conhecemos hoje.

AMARELO

Fonte da imagem: Shuttertsock
A etimologia do amarelo é um pouco mais incerta, mas acredita-se que
seja uma derivação da palavra amarus, que era o diminutivo de amargo
em latim. A relação entre o sabor e a cor pode parecer estranha, mas trata-se
de uma referência ao gosto amargo da bile.
A cor duvidosa da substância também nos chama atenção para o fato de que
durante muito tempo as divisões do espectro de cores não eram muito exatas,
o que acabava por resultar em um mesmo nome para o que hoje entenderíamos
 como duas cores.
Isso fica ainda mais claro se pensarmos que no PIE a palavra *ghel era usada
tanto para verde quanto amarelo. Ela chegou no nórdico antigo na forma
de gulr e ganhou as grafias geolu e geolwe no inglês antigo. Com o passar
do tempo, a palavra se transformou em yellow no inglês moderno.

AZUL

Fonte da imagem: Shutterstock
Embora o latim tenha uma forma que chegou até o português, a palavra
cerúleo (do latim caeruleus) é muito pouco usada. A verdade é que o nosso 
famoso azul  vem do árabe, que por sua vez veio do termo persa que designa 
uma pedra preciosa chamada lápis-lazúli. Essa forma também chegou ao espanhol 
(azul) e ao italiano (azurro).
Por outro lado, o francês não seguiu a mesma ordem das demais línguas latinas
e foi buscar o seu bleu nas línguas germânicas, onde a palavra *bhle-was (PIE)
significava brilhar. Depois veio o proto-germânico (*blaewaz) e o inglês antigo (blaw).
 Curiosamente, o blue do inglês moderno é uma das palavras de origem francesa que
compõem o idioma.

OUTRAS CORES

Fonte da imagem: Shutterstock
Quando falamos em cores, é sempre importante lembrar que muitas delas receberam
seus nomes por causa de plantas, animais e outros seres. Rosa, cinza e violeta são
 alguns exemplos bem evidentes desse processo.
Um exemplo disso é a palavra laranja, em português e orange, em inglês. Essa
cor ganhou seu nome justamente por causa da fruta que, em sânscrito, era naranga.
 Em árabe e persa, a fruta ganhou o nome de naranj e se transformou em pomme 
d’orenge em francês antigo.
O marrom é outra cor que tem sua origem em um elemento da natureza. Em francês,
marron significa castanha e é daí que vem o nome do legítimo “marron glacê”, que
é feito com castanhas. Por outro lado, o nome do fruto se manteve em algumas
 expressões, como “olhos e cabelos castanhos”.
Disponível em: http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/2014_02_01_archive.html 

Brincadeiras

A EDUCADORA DALILA JUCÁ, COORDENADORA PEDAGÓGICA DO CEI ALMERINDA DE ALBUQUERQUE, EM FORTALEZA, ESCREVEU DOIS LIVROS COM SUGESTÕES DE JOGOS PARA BRINCAR COM OS ALUNOS DA CRECHE E DA PRÉ-ESCOLA. TUDO PODE SER FEITO SEM MUITOS RECURSOS E EM ESPAÇOS PEQUENOS. PARA NENHUMA CRIANÇA FICAR DE FORA DA DIVERSÃO. A SEGUIR, VOCÊ CONFERE AS REGRAS DE 10 BRINCADEIRAS.


Cauda do Dragão
Material necessário 
Nenhum.

Desenvolvimento
Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

O feiticeiro e as estátuas
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam de pé, dispersos em uma área delimitada para a brincadeira. Um voluntário será o "feiticeiro" que perseguirá os demais. Ao sinal do educador, inicia-se a perseguição, e aquele que for tocado ficará "enfeitiçado": imóvel com as pernas afastadas, representando uma "estátua". Os outros companheiros poderão passar por baixo das pernas das "estátuas", salvando-as do "feitiço". Depois de algum tempo, o "feiticeiro" deverá ser substituído. O jogo prosseguirá enquanto houver interesse do grupo.

Biscoitinho queimado
Material necessário
Um brinquedo.
Desenvolvimento
O educador esconde um brinquedo qualquer (o "biscoitinho queimado"), enquanto os participantes estão de olhos fechados. Depois grita: "Biscoitinho queimado!", e os outros têm que tentar encontrá-lo. Quando uma criança chega perto do "biscoitinho queimado", o educador grita seu nome e fala: "Está quente!". Se estiver longe, ele grita "Está frio!". Quem encontrar o brinquedo primeiro ganha.

O carteiro
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
Os participantes ficam sentados em círculo. O educador inicia falando: "O carteiro mandou uma carta... (suspense) só pra quem está usando camiseta branca!". Todos que estiverem de camiseta branca trocam de lugar, mas não podem ir para o lugar ao lado. Quem não consegue trocar rapidamente de lugar, fica fora da brincadeira. A brincadeira prossegue com comandos variados: só pra quem estiver de cabelo solto, de cabelo preso, de anel, de relógio, de rosa, de azul... A brincadeira prossegue com a mudança do carteiro.

Colher corrente
Material necessário
Colheres de sobremesa e caramelos.
Desenvolvimento
As crianças formam duas filas com número igual de pessoas. Elas ficam sentadas frente a frente, cada uma com uma colher de sobremesa. O primeiro da fila recebe na sua colher, presa com o cabo na boca, um caramelo, que deverá passar para a colher do vizinho. A brincadeira começa e, sob uma ordem dada pelo educador, cada um deverá passar o caramelo, com a colher na boca, para a colher do vizinho, sem ajuda das mãos, que devem ficar cruzadas nas costas. Toda vez que o caramelo cair, a criança pode recolhê-lo com a mão e continuar a brincadeira. Ganha a fileira que primeiro conseguir passar o seu caramelo de colher para colher até o final.

Boizinho
Material necessário
Nenhum.
Desenvolvimento
As crianças formam uma roda, segurando com bastante força as mãos umas das outras. No meio da roda deve ficar uma das crianças, que vai ser o "boizinho". O "boizinho" deve pegar o braço das crianças da roda e ir perguntando: "De quem é essa mão?" A criança deve responder falando o nome de uma fruta ou um objeto, tentando distrair os participantes. Depois de fazer a pergunta a todos, o "boizinho" deve tentar romper a roda em algum ponto e fugir. Quando foge, os outros devem tentar capturá-lo. Quem conseguir é o próximo "boizinho".

Tesouro perdido
Material necessário
Saquinho com balas.
Desenvolvimento
Uma criança deve ser o pirata, que vai esconder o tesouro. O tesouro é um brinde (balas, por exemplo), colocado dentro de um saquinho. Depois que o pirata esconde o tesouro, ele diz: "Vamos ajudar o pirata trapalhão?". É a senha para que as outras crianças comecem a procurar. Elas têm cinco minutos para encontrá-lo. Se não conseguirem, o pirata dá algumas pistas de onde o escondeu. Quando o tesouro é encontrado, a criança que o achou deve escondê-lo novamente. A cada rodada, novos objetos podem ser colocados no saquinho. Quem acha o tesouro pode ficar com ele ou dividir com o pirata e os outros participantes.

A queda do chapéu
Material necessário
Um chapéu.
Desenvolvimento
Os participantes são organizados em círculo. Cada um recebe um número. O educador se coloca no centro do círculo, segurando um chapéu. Inicia a brincadeira atirando o chapéu para o alto e chamando um número. O participante chamado deve correr e pegar o chapéu antes que ele caia no chão. Se o chapéu cair no chão, o jogador sai da brincadeira e o educador continua no centro. Se o jogador conseguir pegar o chapéu, vai para o centro do círculo e continua a brincadeira.

Apanhador de batatas
Material
Jornais e revistas, dois cestos de boca larga.
Desenvolvimento
Os participantes devem amassar várias folhas de jornal e revistas (serão as "batatas"). O educador deve distribuir as "batatas" em vários lugares. A um sinal do educador, os participantes, divididos em duas equipes, devem apanhar as "batatas" e colocá-las no cesto destinado ao seu grupo. Vence a equipe que apanhar o maior número de "batatas".

Patins engraçados
Material necessário
Várias caixas de sapato sem a tampa, fita adesiva colorida.
Desenvolvimento
As crianças ficam uma ao lado da outra na sala ou no pátio. Demarque com a fita adesiva a saída e a chegada. Distribua duas caixas de sapato para cada criança (serão os patins). Ao sinal do educador, as crianças deverão escorregar até a linha de chegada.

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Fonte: Nova Escola

sábado, 22 de março de 2014

Mini-Projeto: Memórias e Lembranças na Educação de Jovens, Adultos e Idosos.

Professora: Karla Wanessa



Justificativa
                           O estudo da História remete sempre ao passado e este é formado por vivências, experiências e impressões de um período existencial particular ou social. Portanto, as memórias no bojo este mini-projeto é concebida como exercício reflexivo das lembranças, levando a rememorização de acontecimentos marcantes da vida.
                           Até o presente momento o trabalho com as memórias eram tratadas como ícones nulos no trabalho em sala de aula.  Partindo da premissa de modificar esta realidade, e visando o resgate da essência da história de vida de casa aluno da EJAI, o projeto abarca a valorização de vida e a concepção de cada indivíduo como agente histórico produtor e participante de sua própria história, bem como também a social.

Objetivo:
 Identificar a importância da preservação de nossas memórias como sendo elemento constituinte de História, com ênfase na oralidade.

Fundamentação Teórica
                           Na conjuntura atual, a sociedade imbui cada vez mais os sujeitos a se portarem de modo a visualizar sempre o futuro e com isso o valor  representativo da memória não é valorizado como elos de vivências de diferentes etapas da história pessoal e também coletiva. Recordar, lembrar é, portanto, um lócus de compartilhamento entre pessoas e grupos. Embasado nestas colocações a memória é construída por todas as vivências desfrutadas, sentimentos, impressões, sensações e ideias. São elas que vão direcionar o aqui e agora, que se tornarão imagens-lembranças. “A memória é, sim, um  trabalho sobre o tempo, mas sobre o tempo vivido, conotado pela cultura e pelo  indivíduo.” (BOSI, 2003. p. 53).
                            Portanto, a memória por meio das lembranças tece e fortalece relações cotidianas, é o presente se sobrepondo ao passado. Dessa forma, é pela lembrança que recriamos o presente, e é isso que nos faz pronunciar o coletivo. “A lembrança é a sobrevivência do passado”. (BOSI, 1979. p.15). Por meio  dela o passado é recontado e perpetuado, nossas reflexões e  descobertas filosóficas se alicerçam. Assim, “a  memória permite a relação do corpo presente com o passado e, ao mesmo tempo,  interfere no processo ‘atual’ das representações” (BOSI, 1979. p.9). Em suma, a memória, como  baú vivo e fluído de guardados, imagens, de lembranças, são nossas referências, as formas de nosso conhecimento, igualmente  “a memória é a reserva que se dispõe da  totalidade de nossas experiências” (BOSI, 1979. p. 13).


Atividades Interdisciplinares Realizadas
(História, Língua Portuguesa e Matemática).
           Tempestade de ideias: O que é História?
            Formação do conceito de história pelos alunos e registro em cartaz;
            Discussão sobre a importância de evocarmos lembranças de fatos, lugares e pessoas;
          Estudo do texto: Lembranças de Infância  (leitura, interpretação e identificação dos elementos estruturadores desse gênero);
      Organização, em sala, de uma exposição de objetos e fotos antigos, com relatos de lembranças retidas;      Roda de lembranças inspiradas em frases lidas pelas professoras;
            Produção individual de um texto de memórias;
            Reescrita e aprimoramento do texto produzido anteriormente;
     Resolução de situações problemas envolvendo tempo cronológico em acontecimentos de lembranças fictícios ;
              Montagem uma linha do tempo de fases da vida específicas;
              Confecção uma colcha de retalhos com desenhos de suas memórias;

Avaliação
                         A avaliação será contínua levando em consideração a participação e  o interesse  nas atividades propostas, serão feitas intervenções sempre que necessário para o alcance do objetivo.

Referências
LEAL, Alessandra. Cultura e Memória: percepções das lembranças re-existentes no tempo1. Rio São Francisco – Pará. Disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/geouerj/article/viewFile/2459/1731 


Anexo Fotos






Anexos Texto
Lembranças da Infância
Cristiane Marino
Não é maravilhoso as lembranças que temos de nossa infância? São lembranças marcantes, tem cheiro, tem sabor, tem uma saudade gostosa que nos faz viajar longe e nos faz sensações bem parecidas com as que sentimos na época. Lembrar dos amiguinhos imaginários...nossa os meus me acompanharam por anos, que delícia! Eu lembro de andar de bicicleta no enorme quintal da minha casa, rodeava aquelas árvores e parecia que eu ia para outra cidade, meu pai fez um balanço para cada um e assim cada um tinha sua árvores, eu conseguia ficar horas no vai e vem do balancinho sentindo o vento no rosto e minha mente ia criando diversas situações imaginárias, era tão gostoso! Gosto de lembrar do quartinho que tinha no fundo de casa onde brincávamos de escolinha, meus irmãos eram os alunos, e o café da tarde nossa! Café com leite e pão com manteiga, sentávamos na beira da porta com os pezinhos pendurados rs e qualquer coisa era motivo para eu e meus dois irmãos rirmos até quase fazer xixi nas calças rsrs. Ai que tempo bom... Poucas preocupações... E todos reunidos.
E algumas lembranças são ainda mais especiais... Eu amo o Natal... Porque meu pai sempre trabalhou demais, e ficava pouco em casa, mas quando ficava era uma verdadeira festa, nos carregava no "cavalinho" pulava e fazia a maior algazarra com a gente... E no natal ele tinha férias, então o pai ficava em casa o dia todo, claro que não ficava parado, era o tempo todo arrumando algo pra fazer, bater um prego aqui, podar uma árvore ali, e nós três atrás rs.
Mas, o que mais ficou registrado em minha memória, é que nessa época íamos todos na avenida principal comprarem roupas novas para viajar, íamos para casa da Tia Vera que era aquela tia que fazia todas as coisas gostosas que crianças adoram, e sempre tinha um presentinho na casa dela... fora que brincávamos de rolar de rir com os primos, o natal representava família reunida, feliz, tranquila...e num desses natais meu pai comprou um cachorro quente para nós, do tradicional mesmo...acreditem! Até hoje sempre que posso compro cachorro quente (tradicional), percebo que é como se eu pudesse reviver aquele momento novamente...
São doces lembranças do passado, da minha infância... Esses registros nos ajudam a crescer e amadurecer e servem também de norte para criarmos nossos filhos, porque eu sempre fico me questionando que tipo de lembrança quero deixar para minha filha... É claro que quero as melhores possíveis!

Primeiras aulas Ejai

Educação de Jovens, Adultos e Idosos
Aula 01      /      /

Dinâmica de apresentação:
Quanto tempo eu tenho

Objetivo: Provocar a saída de si mesmo (desinibição) e conhecimento do outro.

Material: Som com música alegre, caixa de fósforos, um cartaz ou fichas - nomes, de onde é, de que mais gosta, uma alegria, uma tristeza etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).

Desenvolvimento:

1. Todos, em círculo, o facilitador distribui um palito de fósforo, não usado. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo).

2. Pedir a um participante que risque o fósforo. Enquanto o fósforo estiver aceso, vai se apresentando, falando de si.

3. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso. Caso alguém não consiga, o facilitador, poderá usá-lo para que os outros façam perguntas (pessoais) como numa entrevista.

Dinâmica de Recreação
Pinça no Arroz
Procedimentos: Pegar arroz com uma pinça até completar a marca estabelecida

Agulhadas
Procedimentos: Enfiar linha em três agulhas consecutivas, quem terminar primeiro vence.


Aula 02      /      /

Dinâmica de apresentação: Com a bola em mãos cada aluno se apresenta respondendo os itens abaixo, quando terminar lança a bola a outro colega.
Nome                                     Apelido                      
Idade                                    Estado civil          
Composição familiar        Graduação/Escola               
Um esporte                        Um lazer                   
Uma qualidade                  Um defeito              
Uma alegria                      Uma tristeza             
Um sonho                         Um medo / esperança

Dinâmica de Construção Coletiva do Rosto

Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:
a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.

 Aula 03      /      /
Dinâmica do Chega Mais
Objetivo: é a aproximação com as pessoas,conquistar confiança e principalmente o respeito.

Material: Espaço físico amplo, cd, aparelho de som.

Procedimento: Os participantes deverão andar soltos pela sala ou espaço,ouvindo uma música. Haverá uma pessoa comandando, e quando a música pára, pede para o participante procurar um parceiro que esteja usando uma peça de roupa com a cor parecida com a sua, ou usando algum acessório parecido com o seu. Pede para os pares se cumprimentarem com o aperto demão. Depois, volta a música, andam, pára a musica e sugira outra coisa:quem nasceu em mês par procure um parceiro que nasceu em mês par,impar com impar, assim vai. As mãos deverão estar para trás. Batem bumbum com bumbum. Fazer esta atividade sempre uma parte diferente do corpo sem repetir, e sem repetir parceiros. Quando chegar na última rodada,cumprimentar pelo nariz.

Dinâmica de Construção Coletiva
Garrafa dos elogios
Material: Uma garrafa vazia (pode ser de refrigerante). O grupo deve sentar formando um círculo.
Procedimentos: O Professor coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente, quando ela parar estará apontando o gargalo para alguém. O Professor dirá uma palavra de boas vindas, estímulo ou elogio à essa pessoa. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar para quem ela apontar e assim sucessivamente.

  
Aula 04      /      /

Dinâmica da Vitória
Objetivo: Desenvolver o espírito de equipe e liderança

Material: bexiga, barbante

Procedimento: Entregar uma bexiga para cada uma das pessoas em sala, com um barbante preso em seus punhos.Todas as bexigas(balões) estarão escrito VITÓRIA. Falarei a eles: - Cada um de vocês está segurando uma vitória em mãos, no entanto temos apenas um prêmio. Logo vocês têm uma tarefa, devem cuidar da vitória que têm em mãos e estourar a vitória de seus oponentes, a última bexiga que resistir será a única vitoriosa.

Leitura de Reflexão:  A Arte de Ensinar

Construção de  Coletiva de Contrato Didático da EJAI
  
Aula 05     /      /

 Dinâmica da Trilha dos pés
Cada aluno desenha seu pés em uma folha e escreve seu nome e forma-se uma trilha para exposição em sala.

Diagnose de Língua Portuguesa
·         Vogais e consoantes
·         Nível de Escrita
·         Leitura

Diagnose de Matemática
·         Números e Sequência
·         Formas Geométricas Planas
·         Operações (Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão)