sábado, 21 de novembro de 2009

A COMPLEXA TEIA DA MOTRICIDADE HUMANA.


 Desde o prelúdio da cultura humana afluem indicativos das primeiras amostras corporais. E no transcorrer dos anos a estrutura da cultura motora relacionou-se as inópias culturais onde os sujeitos estavam integrados. Pressupondo um comportamento operativo de racionalizar os movimentos humanos, a Ciência da motricidade humana propõe sistematizar novas considerações teóricas com uma prática focada na ação pedagógica como mediadora no processo de ensino aprendizagem.
                           Embasada nesta visão a LDB 9.394-96 apresenta a Educação Física como componente curricular obrigatório na Educação Básica, pois explica que a criança necessita desenvolver a capacidade de agir apropriadamente, a fim de compreender sua motricidade bem como a sua relação com o mundo. Aqui, não mais então compreendida sob a ótica dualista, corpo e mente. Mas como suscita o filosofo Manuel Sérgio, a motricidade do homem em movimento e transcendência, porque visa ir além, tem como alvo o conhecer o mundo.
                           No que diz respeito à Educação Física, o exercício de vários professores esteve vinculada a uma prática pedagógica e avaliativa tradicional por meio da repetição de arquétipos de ensino, prendidos no desenvolvimento da envergadura física e das competências desportivas, que se restringiram a comparar nomear e selecionar o aluno com base no seu desempenho motor ou nos seus alcances biométricos. Aos poucos, a escola brasileira percebe a necessidade de se aprimorar na tarefa de contribuir nas discussões acerca dessa problemática significativa: a prática pedagógica do ensino do movimento na Educação Infantil, pautada na LDB 9394/96.
                           Partindo do entendimento de que ainda há muito que se aprimora nesta área, uma nova concepção de homem que está em movimento torna-se o centro deste segmento, pois sua ação aqui entendida garante a compreensão e aprendizagem, ou seja, deve haver intencionalidade com finalidade específica. Vê-se neste canário a necessidade de estruturar um plano de ensino com especificidades no movimento e seu desenvolvimento. Ante isso, a escola tem a função de possibilitar esta aquisição dentro da construção cultural.
                            Neste trabalho o enfoque gerador pautado na relação funcional de que o corpo admite dimensões além da biológica, abarcando assim a expressão em uma ação de tomada de consciência, que distingui o movimento humano de um simples descolamento. Assim sendo, cabe as abordagens metodológicas apresentadas na Educação Infantil pauta-se nos objetivos de cada conteúdo, extirpando as atividades que desenvolve apenas o corpo, voltadas para as condições físicas desportivas ou estruturadas em jogos de recreação. Como menciona João Batista Freire, deve-se olhar esta área sob a ótica da complexidade, que particularmente a ela é inata por natureza. Então os saberes desta disciplina relacionam-se com a cultura corporal: jogos, danças, esportes, lutas, ginástica.
                           A partir deste recorte reflexivo o trabalho do movimento na Educação Infantil envereda por caminhos onde as potencialidades induzem a interação já em pleno vigor na fase sensório-motor, voltando seu valor na manipulação e exploração de materiais, já que esta se alonga ao pré-operatório, proporcionando aprendizagens, pois é notório que o homem diferentemente dos animais nasce com possibilidade de construção de sua motricidade em decorrência da cultura social na qual esta inserida. Sendo o aluno capaz de aprender sempre independente da fase de desenvolvimento e local onde se encontra, em vista disso, a pedagogia do movimento deve possibilitar o conhecimento do próprio corpo, do meio ambiente e da cultura da Educação Física.
                            Com isso, e com o que orienta o RCNEI o professor tem uma base no planejamento de seu trabalho pedagógico respeitando as faixas etárias. Portanto para o trabalho com crianças pequenas o professor deve evidenciar as disposições motoras da inteligência de base, recomenda-se atividades prática como as brincadeiras, jogos, etc. Pois como enfatiza Froebel o jogo torna-se o centro do currículo da Educação Infantil. Neste aspecto o jogo desenvolvido em sala é concebido como material pedagógico educativo, que objetiva a complementação do saber do sujeito, propiciando a descentralização da criança, a aquisição de regras e a expressão do imaginário e a apropriação do conhecimento.
                           É importante que o aspecto lúdico combinado aos objetivos da área de Educação Física seja desenvolvido nas crianças, com a finalidade de construir conhecimentos cognitivos e práticos. Pois é imprescindível que os alunos compreendam sobre força, equilíbrio, dominância lateral etc., dentro de situações vivenciadas onde tenham a oportunidade de inventarem, construírem, reelaborarem idéias, ou seja, que vivencie movimentos corporais para a reflexão, compreendendo neste viés de complexidade sua motricidade.

3 comentários:

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